quarta-feira, 13 de abril de 2011

Principais tópicos da 1ª e 2ª Revolução Industrial


Primeira Revolução Industrial
·  Entre os séculos XVIII e XIX
·  Substituição da manufatura pela maquinofatura
·  Utilização de fontes de energia moderna – carvão
·  Produção em larga escala e especialização do trabalho
·  A Inglaterra saiu na frente o que ajudou foi à disponibilidade de matéria-prima, o capital e a mão-de-obra especializada
·  Utilização de energia hidráulica
·  Aperfeiçoou a produção têxtil e siderúrgica o que fez desse período o ciclo hidráulico
·  Ciclo do carvão – para produzir vapor e dessa forma movimentar máquinas e locomotivas
·  Esse é o chamado período de mecanização
·  O vapor agilizou o transporte de pessoas e mercadorias
·  Começa a substituição da mão-de-obra de pessoas e animais
·  Com a especialização do trabalho e a produção em larga escala a maquinofatura concentrou a produção nas fábricas
Esse processo de transformação da paisagem chama-se antropismo. O antropismo fez modificações nas áreas econômicas, sociais, políticas e espaciais.
Segunda Revolução Industrial

·  De 1850 até o início do século XX
·  Com origem na Europa estendeu-se para outros países EUA, França, Japão e Alemanha
·  As máquinas foram aperfeiçoadas e a produção tornou-se maior e mais veloz
·  O ciclo do petróleo trouxe novos progressos na primeira metade do século XX
·  A indústria tomou impulso e os transportes tornam-se mais velozes e eficientes;
·  O empresário Henry Ford propõe inovações no processo de produção

 Regime fordista

- Produzir mais em menos tempo;
- Produção em série;
- Produtos padronizados e em grande quantidade;
- Divisão da produção (trabalhador realiza apenas uma tarefa).
 Sistematização do processo feita por Frederick Taylor
 Taylor propôs intensificar ainda mais o ritmo de trabalho
- O trabalho tornou-se cronometrado;
- O trabalhador fixo em seu lugar;
- A esteira entra em cena e poupa o tempo desperdiçado pelo deslocamento do funcionário.
Este processo define o regime Ford e Taylor.

domingo, 27 de março de 2011

Nas profundezas do planeta Terra

           
    
Por muito tempo a humanidade imaginou que a Terra fosse oca. As descobertas sobre a matéria que compõe o interior do planeta foram sendo feitas gradativamente. Hoje se sabe que a Terra se é composta de camadas diferentes, que seu diâmetro é de 12.756,27 km e seu raio, em torno da linha do Equador, é de aproximadamente 6378 Km. Mas, apenas os primeiros 11 km puderam ser perfurados e sondados: o poço mais profundo do mundo é de 11.680 metros de profundidade, foi perfurado, em fevereiro de 2008, pelo grupo petrolífero americano ExxonMobil, na jazida russa de Sakhalin-1.
Nas camadas superficiais da Terra, a temperatura aumenta conforme a profundidade. Essa elevação pode variar de acordo com a proximidade de vulcões ou com o tipo de rocha, mas, em condições normais, gira em torno de 1 °C a cada 33 metros de profundidade – o chamado grau geotérmico.
A temperatura não continua a aumentar nessa proporção até o centro da Terra. Calcula-se que no interior (núcleo) do planeta a temperatura chegue a 4.000 °C.
Cento e nove Terras seriam necessárias para cobrir o disco do Sol, e em seu interior caberiam 1,3 milhões de Terras. A camada externa visível do Sol é chamada fotosfera, e tem uma temperatura de 6.000°C.
A tecnologia que existe hoje não permite a observação direta das camadas internas da Terra. Por isso, as hipóteses científicas são elaboradas com base em métodos indiretos de investigação, por exemplo, comparando a composição de materiais terrestres à de meteoritos – pedaços de matéria que circulam no espaço sideral capazes de atravessar a atmosfera e chegar à superfície, considerando que eles tiveram a mesma origem e evolução dos materiais terrestres.
Outro método utilizado é a sismologia, isto é, o estudo do comportamento das ondas sísmicas (vibração, velocidade e trajetória), que atravessam as camadas inferiores do planeta.
Os dados sismológicos indicam a existência de descontinuidade entre as camadas com diferentes propriedades. Por exemplo, a variação da velocidade de propagação das ondas sísmicas do tipo P (longitudinais) indica uma descontinuidade abrupta e bem definida entre a crosta e o manto (a velocidade aumenta bruscamente), conhecida como descontinuidade de Mohorovicic.
O sismólogo croata Andrija Mohorovicic, descobriu o limite entre a crosta e o manto. Seu cálculo teve por base a velocidade das ondas sísmicas.
A partir desses métodos, foram reconhecidas três camadas principais, com densidade, estado físico, temperatura, pressão e espessura diferentes: a crosta, o manto e o núcleo.
A crosta terrestre, camada superficial mais externa do planeta, guarda informações sobre a evolução da Terra e das formas de vida que habitaram. Marcas ou vestígios de animais que viveram há milhões de anos podem ser preservados em rochas, gelo ou âmbar (resina fóssil amarelada semitransparente, atribuída a um pinheiro do Período Triássico).

A Terra: idade e evolução

Até o início do século XVIII, poucas pessoas cogitavam a hipótese de que a idade da Terra fosse superior a 6 mil anos. A igreja católica se baseava na Bíblia (livro Gênese) para datar a Terra. Segundo a igreja católica, a Terra havia sido criada em 14 de Outubro à tarde, há 6000 anos.
James Hutton, um pesquisador da época percebeu que o processo que levou à formação de tais rochas, era muito mais lento e antigo, não se tratava de centenas ou milhares de anos, mas muitos milhões de anos. Após herdar as terras de seu pai começou a pesquisar a origem das rochas, pois achava estranho como estas afloravam em seu terreno. Começava a Geologia moderna.
O cientista inglês Kelvin, usou a termodinâmica para datar o planeta e baseando-se nas erupções vulcânicas, lançou a teoria de que o planeta era uma esfera de lava incandescente, sendo assim, datou a Terra em vinte milhões de anos. Esse seria o tempo que levaria para o magma resfriar-se.
Somente no final do século XIX e início do século XX, com o aprofundamento das descobertas no campo da radioatividade, foi possível datar as rochas e, a partir disso, estimar a idade da Terra.

Métodos de datação


As diferentes formas de investigação da escala de tempo das rochas, da evolução da vida e da própria Terra dá-se o nome de geocronologia.
O método de datação mais utilizado envolve a análise da presença de elementos radioativos nas rochas e nos minerais. Essa técnica permite que se faça a chamada datação radiométrica, ou seja, a medida da idade dos minerais por meio da medição da quantidade de energia emitida pelos elementos radioativos.
Todo elemento radioativo sofre um processo de desintegração natural chamado transmutação, em que seus átomos se transformam em átomos de outro elemento químico num certo período de tempo. O período no qual metade dos átomos de uma amostra sofre transmutação é chamado de meia-vida.
O urânio-238, por exemplo, depois de um longo processo de transmutações, transforma-se em chumbo-206, sendo um excelente datador de rochas, pois é abundante e tem meia-vida longa (cerca de 4,5 bilhões de anos). Já o carbono radioativo (C14) absorvido pelos seres vivos se desintegra quando esses seres morrem, formando o nitrogênio. Com meia-vida de cerca de 5.700 anos, mostra-se adequado à datação de achados arqueológicos mais recentes, de origem orgânica.
No processo de datação, calcula-se a proporção entre o número de átomos radioativos e o de átomos resultantes da transmutação. Sabendo-se que esse fenômeno ocorre em um intervalo de tempo previsível, pode-se sabe o tempo que o processo se iniciou. Outro método de datação analisa a quantidade de traços latentes, marcas produzidas ao longo do tempo nos minerais por desarranjos na sua estrutura. Essas faixas de instabilidade são provocadas, em geral, pela presença de ele mentos como o urânio.
Em 1911, Arthur Holmmes, estudante de Geologia descobriu que a datação radiométrica era mais precisa, pois uma partícula de Urânio radioativo decompõe-se em Chumbo. Holmes mediu a proporção de Urânio e Chumbo presos em cristais de velhas rochas, dessa forma conseguiu datar com precisão a idade do planeta. (No interior do planeta, existem partículas radioativas de Urânio, Tório e Potássio em abundância, pois essas partículas e o calor produzido na decomposição das mesmas mantém o interior do planeta extremamente quente e por um tempo imensamente longo).


A escala geológica de tempo


A sucessão de eventos desde o presente até a formação da Terra, chamada de escala de tempo geológico foi baseada na geocronologia.
Essa linha de tempo pode ser dividida em éons, eras, períodos, épocas e idades. O maior período de tempo é o éon.


A divisão dos éons

Hadeano


Época de formação da Terra, os elementos que viriam a constituir o planeta encontravam-se sob temperaturas muito elevadas. Esse tempo é considerado o éon mais antigo. Nesse período, minerais densos como o ferro afundaram, formando o núcleo do planeta. Na superfície, um oceano de magma (material pastoso em alta temperatura), menos denso, resfriava-se lentamente, formando uma crosta fina que deu origem às primeiras rochas. Meteoros e cometas bombardeavam constantemente o planeta.

Arqueano


Neste éon consolidou-se a crosta terrestre. O planeta cedeu calor e o vapor-d’água contido na atmosfera primitiva se precipitou, ocorrendo as primeiras chuvas. Com isso, formou-se um oceano muito quente, onde surgiram as primeiras formas de vida: os organismos unicelulares.
Caracterizado pelo domínio dos processos de formação da crosta terrestre, em que surgiram os escudos cristalinos, nos quais encontramos as mais antigas formações de relevo.


Proterozoico

Este éon foi o mais longo de todos (2 bilhões de anos). Caracterizado por intensa atividade vulcânica, trouxe o magma do interior da Terra para a superfície, originando os grandes depósitos minerais metálicos, como o ferro, manganês, ouro, etc. distribuídos pelas mais variadas regiões do planeta. No final do Proterozoico surgiram os organismos multicelulares, ainda nos oceanos. Algas e bactérias, ao liberarem oxigênio, mudaram a composição da atmosfera e possibilitaram novas formas de vida.

Fanerozoico
Esse éon caracteriza-se pela divisão das eras. Uma complexa teia de vida surgiu no planeta. Desenvolveram-se peixes, corais, moluscos, plantas terrestres, insetos, anfíbios e répteis. As frequentes mudanças climáticas provocaram extinções em massa de muitas espécies.

Eras
Paleozoica

Era de grande atividade transformadora da superfície, em que surgiram alguns conjuntos montanhosos como os Alpes Escandinavos (Europa) e os Montes Apalaches (Estados Unidos). No Período Carbonífero os continentes formavam uma única e gigantesca massa continental, conhecida como Pangeia. Pântanos e florestas de samambaias e coníferas se formaram e foram recobertos por sedimentos e glaciações, constituindo os grandes depósitos de carvão que exploramos atualmente.
A era Paleozoica dividiu-se em 6 períodos: Permiano, Ordoviciano, Siluriano, Devoniano, Carbonífero e Permiano.

Mesozoica

Era em que houve intenso vulcanismo e consequente derrame de lavas em várias partes do globo. Também foi marcado pelo processo de sedimentação dos fundos marinhos, o que originou grande parte das jazidas petrolíferas hoje conhecidas (Separação dos continentes).
A era Mesozoica dividiu-se em três períodos: Triássico, Jurássico e Cretáceo.

Cenozoica 

Divide-se em dois longos períodos. O primeiro, denominado Terciário, iniciou-se com intensa atividade orogenética (movimento da crosta) que originou os dobramentos modernos, com as mais altas cadeias de montanhas da Terra, como os Andes (América do Sul), os Alpes (Europa) e o Himalaia (Ásia).
O segundo, denominado Quaternário, perdura até hoje: nele ocorreram as grandes glaciações, e os continentes e oceanos adquiriram seus contornos atuais, em decorrência do movimento das placas tectônicas (denominado deriva dos continentes).

A era Cenozoica dividiu-se em 2 períodos: o Terciário que compreende 5 épocas, Paleoceno, Eoceno, Oligoceno, Mioceno e Piloceno. O quaternário é o segundo período e compreende duas épocas, Pleistoceno e Holoceno. A comunidade científica já cogitou introduzir uma nova época, o Antropoceno, mas não ficou decidido.


terça-feira, 22 de março de 2011

Capitalismo

Encontramos a origem do sistema capitalista na passagem da Idade Média para a Idade Moderna. Com o renascimento urbano e comercial dos séculos XIII e XIV, surgiu na Europa uma nova classe social: a burguesia. Esta nova classe social buscava o lucro através de atividades comerciais.
Neste contexto, surgem também os banqueiros e cambistas, cujos ganhos estavam relacionados ao dinheiro em circulação, numa economia que estava em pleno desenvolvimento. Historiadores e economistas identificam nesta burguesia, e também nos cambistas e banqueiros, ideais embrionários do sistema capitalista: lucro, acúmulo de riquezas, controle dos sistemas de produção e expansão dos negócios.
Primeira Fase: Capitalismo Comercial ou Pré-Capitalismo
Este período estende-se do século XVI ao XVIII. Inicia-se com as Grandes Navegações e Expansões Marítimas Europeias, fase em que a burguesia mercante começa a buscar riquezas em outras terras fora da Europa. Os comerciantes e a nobreza estavam a procura de ouro, prata, especiarias e matérias-primas não encontradas em solo europeu. Estes comerciantes, financiados por reis e nobres, ao chegarem à América, por exemplo, vão começar um ciclo de exploração, cujo objetivo principal era o enriquecimento e o acúmulo de capital. Neste contexto, podemos identificar as seguintes características capitalistas: busca dos lucros, uso de mão-de-obra assalariada, moeda substituindo o sistema de trocas, relações bancárias, fortalecimento do poder da burguesia e desigualdades sociais.
Segunda Fase: Capitalismo Industrial
No século XVIII, a Europa passa por uma mudança significativa no que se refere ao sistema de produção. A Revolução Industrial, iniciada na Inglaterra, fortalece o sistema capitalista e solidifica suas raízes na Europa e em outras regiões do mundo. A Revolução Industrial modificou o sistema de produção, pois colocou a máquina para fazer o trabalho que antes era realizado pelos artesãos. O dono da fábrica conseguiu, desta forma, aumentar sua margem de lucro, pois a produção acontecia com mais rapidez. Se por um lado esta mudança trouxe benefícios ( queda no preço das mercadorias), por outro a população perdeu muito. O desemprego, baixos salários, péssimas condições de trabalho, poluição do ar e rios e acidentes nas máquinas foram problemas enfrentados pelos trabalhadores deste período.
O lucro ficava com o empresário que pagava um salário baixo pela mão-de-obra dos operários. As indústrias, utilizando máquinas à vapor, espalharam-se rapidamente pelos quatro cantos da Europa. O capitalismo ganhava um novo formato.
Muitos países europeus, no século XIX, começaram a incluir a Ásia e a África dentro deste sistema. Estes dois continentes foram explorados pelos europeus, dentro de um contexto conhecido como neocolonialismo. As populações destes continentes foram dominadas a força e tiveram suas matérias-primas e riquezas exploradas pelos europeus. Eram também forçados a trabalharem em jazidas de minérios e a consumirem os produtos industrializados das fábricas europeias.
Terceira Fase: Capitalismo Monopolista-Financeiro
Iniciada no século XX, esta fase vai ter no sistema bancário, nas grandes corporações financeiras e no mercado globalizado as molas mestras de desenvolvimento. Podemos dizer que este período está em pleno funcionamento até os dias de hoje.
Grande parte dos lucros e do capital em circulação no mundo passa pelo sistema financeiro. A globalização permitiu as grandes corporações produzirem seus produtos em diversas partes do mundo, buscando a redução de custos. Estas empresas, dentro de uma economia de mercado, vendem estes produtos para vários países, mantendo um comércio ativo de grandes proporções. Os sistemas informatizados possibilitam a circulação e transferência de valores em tempo quase real. Apesar das indústrias e do comercio continuarem a lucrar muito dentro deste sistema, podemos dizer que os sistemas bancário e financeiro são aqueles que mais lucram e acumulam capitais dentro deste contexto econômico atual.

Socialismo

Engels e Marx
Do ponto de vista político e econômico, o comunismo seria a etapa final de um sistema que visa à igualdade social e a passagem do poder político e econômico para as mãos da classe trabalhadora. Para atingir este estágio, deveria-se passar pelo socialismo, uma fase de transição onde o poder estaria nas mãos de uma burocracia, que organizaria a sociedade rumo à igualdade plena, onde os trabalhadores seriam os dirigentes e o Estado não existiria.
Características do socialismo
Diferentemente do que ocorre no capitalismo, onde as desigualdades sociais são imensas, no qual ilusoriamente quem trabalha mais ganha melhor, o socialismo é um modo de organização social no qual existe uma distribuição equilibrada de riquezas e propriedades, com a finalidade de proporcionar a todos um modo de vida mais justo.
Sabe-se que as desigualdades sociais já faziam com que os filósofos pensassem num meio de vida onde as pessoas tivessem situações de igualdade, tanto em seus direitos como em seus deveres; porém, não é possível fixarmos uma data certa para o início do comunismo ou do socialismo na história da humanidade. Podemos, contudo, afirmar que ele adquiriu maior evidência na Europa, mais precisamente em algumas sociedades de Paris, após o ano de 1840 (Comuna de Paris).
Na visão do pensador e idealizador do socialismo, Karl Marx, este sistema visa a queda da classe burguesa que lucra com o proletariado desde o momento em que o contrata para trabalhar em suas empresas até a hora de receber o retorno do dinheiro que lhe pagou por seu trabalho. Segundo ele, somente com a queda da burguesia é que seria possível a ascensão dos trabalhadores.
A sociedade visada aqui é aquela sem classes, ou seja, onde todas as pessoas tenham as mesmas condições de vida e de desenvolvimento, com os mesmos ganhos e despesas. Alguns países, como, por exemplo, União Soviética (atual Federação Russa), China, Cuba e Alemanha Oriental adotaram estas ideias no século XX. A mais significativa experiência socialista ocorreu após a Revolução Russa de 1917, onde os bolcheviques liderados por Lênin implantaram o socialismo na Rússia.
Porém, após algum tempo, e por ser minoria num mundo voltado para o lucro e acúmulo de riquezas, passaram por dificuldades e viram seus sistemas entrarem em colapso. Foi a União Soviética que iniciou este processo, durante o governo de Mikail Gorbachov (final da década de 1980), que implantou um sistema de abertura econômica e política (Glasnost - reestruturação e Perestroika - transparência) em seu país. Na mesma onda, o socialismo foi deixando de existir nos países da Europa Oriental.

Lembranso sempre, o socialismo pregado por Lênin, nunca fora conhecido, pois o líder bolchevique morreu em 1924 e seu sucessor Josef Stalin governou a URSS com mão de ferro. O socialismo tão sonhado nunca existira, não o de Vladimir IIIich Ulianov.

Medvedev


Dmitry Anatolyevich Medvedev, terceiro presidente da Federação Russa, empossado em maio de 2008. Nasceu em Leningrado, atual São Petersburgo no ano de 1965, formado em direito pela Universidaade Estadual de Leningrado.
Indicado à presidência por seu antecessor Vladimir Putin, Medvedev é um bom presidente, mas vive quase a sombra do ex-presidente. Putin não é mais presidente, mas é o homem forte de seu país, como primeiro ministro é ele quem controla o país.

domingo, 20 de março de 2011

Putin


Vladimir Vladimirovich Putin, iniciou sua carreira política como vice-prefeito de São Petersburgo (antiga Leningrado)em 1994. Serviu na KGB, serviço secreto russo durante 15 anos e chegando ao posto de coronel.
Tornou-se secretário do Conselho de Segurança e, depois, primeiro-ministro de Ieltsin. Após a renúncia de Ieltsin em 31 de dezembro de 1999, Putin foi nomeado presidente interino da Rússia. Vladimir Putin é um vencedor também dos tatames, graduado em Sambô e campeão na modalidade. Seu mandato durou até 2008.

Ieltsin


Boris Nikolaievich Ieltsin, nomeado então vice-primeiro-ministro para a Construção, em 1990 foi eleito presidente do Congresso dos Deputados da Rússia, impulsionando a Perestroika. Em agosto de 1991, opôs-se ao golpe contra Gorbachev. Foi o primeiro presidente eleito democraticamente na Rússia em 1991, após o fim da União Soviética.
A saúde delicada de Ieltsin e as críticas que vinha recebendo, acabou renunciando em 31 de dezembro de 1999. Nomeou para suceder-lhe o primeiro-ministro Vladimir Putin.